Outras palavras


Balanços e outros questionamentos

 

Quando chega essa época do ano é praxe fazer aquele tradicional balanço onde pesamos o que fizemos, ou deixamos de fazer, renovando as esperanças. Aliás, sempre vale lembrar Drummond que diz:

 

Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no
limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e
entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra
vez, com outro
número e outra vontade de acreditar que daqui pra
diante vai ser diferente"

 

 

Esperanças renovadas, vamos então ao que diz o oráculo sobre o próximo ano. 2014 será o ano do Cavalo e se iniciará no dia 31 de janeiro. 

 

É uma grande oportunidade de colocar em prática antigos projetos e ideias que não saíram do papel e fazer grandes mudanças na vida pessoal e profissional, uma vez que o cavalo é um animal forte, disposto, trabalhador e vivaz, o que nos favorece nos momentos de adversidades.

O cavalo é conhecido por ser um grande aliado do ser humano, um trabalhador incansável, símbolo da força que quando bem direcionada pode nos levar muito longe.

O ano do cavalo não indica necessariamente acontecimentos ruins e catastróficos, mas sim um ano de mudanças. É o ano em que pessoas se unem em prol de um ideal ou objetivo comum. O que nos indica que será um ano de grandes mudanças globais, tanto nas nossas questões cotidianas quanto as espirituais

Além disso, 2014 será regido por Júpiter, astro que governa os nossos processos de expansão da consciência. Este astro rege dois signos diretamente: Sagitário e Peixes.

Sagitário vai agir através da religião, da ética, da filosofia e da síntese desses saberes. Já em peixes pode ocorrer a verdadeira síntese, ou seja a fusão do "EU" pessoal e individual com o todo universal e sem limites.

O Ano de Júpiter se inicia de fato quando o Sol, em 2014, ingressar no signo de Áries, em 20/03. O Anjo "Haniel" iluminará a todos com sua energia de Amor e reconciliação.

A Numerologia do Ano com o número "Sete" trará muita reflexão, recolhimento e estudos espirituais.

Ano de desenvolver a autoestima, de olhar no espelho e afirmar todos os dias: "A pessoa que eu mais amo no mundo Sou Eu".

Ano de equilíbrio e percepção, onde entenderemos que nascemos sozinhos, vivemos sozinhos e vamos morrer sozinhos.

Além disso, o ano de 2014 será regido pelo orixá Xangô, que, por coincidência, rege o primeiro dia do ano (quarta-feira). Filho de Oranian e Iemanjá, Xangô é o orixá dos raios, fogo, vulcões, trovões. Tem uma personalidade forte e vingativa, porém, é justo. Xangô é um dos orixás mais cultuados no Brasil e é considerado o orixá da justiça. Mas é preciso não confundir, Xangô age como juiz e não como advogado. Na umbanda, Xangô é sincretizado como São Jerônimo.

Vale lembrar que Xangô é um orixá próspero, no entanto, sob sua influência as coisas acontecem aos poucos.

Em 2014 as pessoas deverão agir como o orixá, lutando por seus ideais, não desistindo diante dos obstáculos, agindo com extrema honestidade para não sofrerem a ira do orixá.

O ano de 2014 será regido em especial pelas cores Violeta (cor extremamente ligada à expansão e transmutação espiritual e à Nova Era do mestre Saint Germain), e o Azul (cor do infinito e simbolicamente representa todo o caminho de evolução espiritual. Na tradição cristã, o azul, assim como o branco, são as cores ligadas à Virgem Maria).

 

Em resumo:

2014 será um ano de mudanças e transformações.

Mas, para que haja qualquer mudança fora é preciso que ela aconteça, em primeiro lugar, dentro de cada um de nós.  

E mudar significa:

- abrir mão de velhos conceitos e preconceitos;

- estar aberto e disponível para receber o novo;

- desarmar os espíritos;

- ver além das aparências;

- assumir responsabilidades e, principalmente, saber que o mês, o ano, a vida são feitos de dias e que cada dia pode ser um novo começo.

Pense nisso e

 

FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!



Escrito por Anna Lucia às 23h55
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Blog

é tão dificil manter blog atualizado. 



Escrito por Anna Lucia às 10h04
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A todas as mães...

Faz tempo que não sinto vontade de postar algo nesse blog, mas este texto trouxe esse desejo de volta. Aproveitem.

 

Nós estamos sentadas almoçando quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em 'começar uma família'.
Nós estamos fazendo uma pesquisa, ela diz, meio de brincadeira.
'Você acha que eu deveria ter um bebê?'
Vai mudar a sua vida', eu digo, cuidadosamente  mantendo meu tom neutro.
'Eu sei', ela diz, 'nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.. .'
Mas não foi nada disso que eu quis dizer.
Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela.
Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos.
Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz  irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.
Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar 'E se tivesse sido o MEU filho?'
Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar.
Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.
Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzi-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote.
Que um grito urgente de 'Mãe!' fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.
Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade.
Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê.
Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.
Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina.
Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no Mcdonalds se tornará um enorme dilema. Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.
Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.
Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma.
Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho.
Que ela aprenderá a dar o verdadeiro valor a sua mãe.
Saberá que uma noite tranquila não significa que foi dormida por inteiro;
Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida - não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.
Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão medalhas de honra.
O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar talco num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.
Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história  tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.
Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da  guerra nuclear para o futuro de meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.
 
'Você jamais se arrependerá', digo finalmente.
 
Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados.
Este presente abençoado de Deus... que é ser Mãe.'
 
Autor Desconhecido



Escrito por Anna Lucia às 12h25
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3M vai duplicar produção de máscara de proteção respiratória

 
A 3M do Brasil inaugurou um novo equipamento na linha de máscaras para proteção respiratória (feitas de nãotecidos de polipropileno) e que ampliará a capacidade produtiva da empresa. O investimento faz parte do plano de expansão da divisão, que nos últimos três anos investiu mais de US$ 11 milhões em automação, laboratório de testes, pesquisas e especialmente em novas tecnologias de produção. Com o novo maquinário, a produção do respirador 9920 será duplicada. "Esse modelo, aprovado pelo Ministério do Trabalho e registrado no Ministério da Saúde junto à ANVISA, já foi disponibilizado pela 3M também em canais do varejo, para atender à alta demanda de consumidores brasileiros por máscaras respiratórias, por conta da gripe H1N1", explica Renato Alahmar, diretor da divisão de saúde ocupacional da 3M do Brasil. A empresa explica que o respirador 9920 possui filtro, com tratamento especial e eficiência de filtração contra fungos, bactérias e vírus, inclusive o da nova gripe. Informaram agências.

 

É, a coisa tá feia mesmo.



Escrito por Anna Lucia às 11h36
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Uso de antidepressivos dobra nos EUA entre 1996 e 2005

Um estudo publicado nesta segunda-feira pela Archives of General Psychiatry, publicação mensal da Associação Médica Americana, mostrou que o uso de antidepressivos nos Estados Unidos dobrou entre 1996 e 2005. O levantamento não só aponta para o maior uso, como também para o aumento das doses em pacientes mais resistentes.

Isso é realmente assustador. Demonstra que cada vez mais as pessoas estão com dificuldade para enfrentar a vida.

Leia artigo completo no http://www.firstwordplus.com/Fws.do?articleid=17C2944773084C2594C83B152FA47407#



Escrito por Anna Lucia às 13h29
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Mesmo sem a Gazeta eu continuo acompanhando a Gazeta, heheheheheh

Essa notícia é da  Gazeta do Espírito Santo

Aracruz Celulose deve mudar de nome após fusão

16/06/2009 - 00h00 ( - A Gazeta)

Rita Bridi 

Na primeira quinzena do próximo mês, será anunciado o novo nome do maior grupo produtor de celulose do mundo, resultado da fusão das empresas Votorantim Celulose e Papel (VCP), com sede em São Paulo, e Aracruz Celulose, com sede no Espírito Santo.

O nome que representará as duas empresas ainda está em estudos, mas, segundo fontes de mercado, ele excluirá a marca Aracruz Celulose.

De acordo com essas fontes, o novo nome será anunciado depois que estiver completa a composição da nova diretoria. Os gestores do grupo estudam as sugestões do novo nome, considerando que a nova marca deverá situar o grupo como forte companhia nacional e com inserção no mercado internacional.

A troca de nomes é uma das ações resultantes do processo de reestruturação do grupo. Outras ações, como acontece em todo processo de fusão, virão a curto, médio e longo prazos. Com a negociação feita no ano passado, a VCP assumiu o controle acionário da Aracruz, com 84% do capital votante, e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) manteve os seus 12,5%.

Segundo fontes de mercado, com a fusão, todas as grandes decisões da nova companhia serão tomadas fora do Espírito Santo, e há a expectativa de demissões em todos os escalões. Para as empresas locais, há a possibilidade de ficarem de fora das compras, que deverão ser centralizadas na sede da companhia, em São Paulo.

Chefia
Além da troca do nome do grupo, com a integração das duas empresas, o atual presidente da Aracruz, Carlos Lira Aguiar, deve assumir a presidência da holding, função que desempenhará nos próximos dois a três anos, informam fontes de mercado. A parte operacional da Aracruz deverá ficar a cargo do executivo que hoje está na VCP.

Outra informação, dada como certa pelo mercado é a saída de Walter Lídio Nunes, executivo da Aracruz, da área operacional para a área florestal. Responsável pela operação das quatro fábricas de celulose da Aracruz - três no Espírito Santo e uma no Rio Grande do Sul - ele assumiria o comando de todas as ações da área florestal da nova companhia.

As florestas da nova companhia, distribuídas pelos Estados do Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e São Paulo, somam uma área superior a um milhão de hectares. A capacidade anual de produção de celulose será de 5,8 milhões de toneladas. O quadro das duas empresas é de cerca de 15 mil funcionários.

A expectativa do mercado é de que todas as mudanças sejam anunciadas junto com a divulgação do novo nome da companhia, principalmente as negativas. As notícias negativas, lembra uma das fontes, em um tipo de negócio como esse, devem ser anunciadas de uma só vez.

As informações positivas, destaca a fonte, viriam aos poucos, em várias etapas. Até mesmo para ampliar a repercussão por um tempo maior.



Escrito por Anna Lucia às 15h50
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Hoje estou triste. A Gazeta Mercantil circula pela última vez após 89 anos de história. Uma sucessão de erros levaram a banca rota o jornal, que já foi o maior em economia no Brasil. Neste lugar, passei 10 anos da minha vida e jamais vou esquecer tudo que aprendi e vivi em todos estes anos, com uma redação sem igual e profissionais de primeira categoria. Mas não vou chorar pelo que perdi e sim agradecer por ter vivido. Até um dia.   



Escrito por Anna Lucia às 14h27
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Mais celulose.

"Crise destaca o Brasil no mercado de celulose"

A indústria mundial de papel e celulose sofreu no último ano uma das perdas mais pesadas de sua história. O resultado das empresas despencou em termos reais, passando de um lucro de US$ 14 bilhões em 2007 para uma perda de US$ 8 bilhões no ano passado.

A medida do desempenho financeiro das papeleiras foi feita pela PricewaterhouseCoopers LLP (PwC) e divulgada com exclusividade para o jornal Gazeta Mercantil. O retorno sobre o capital empregado (Roce) globalmente, uma chave métrica da saúde financeira da indústria, caiu 2% ficando abaixo dos 5% estimados em 2007, de acordo com o levantamento.

Oitenta companhias geraram Roce de 7% ou menos. Somente cinco companhias conseguiram um retorno de 10% ou mais. Vinte e seis companhias tiveram retorno negativo em 2008.

Fechamento de fábricas
Com o fechamento de muitas unidades no hemisfério Norte, cresce também o interesse dos fabricantes de todo o mundo por investimentos na América do Sul, tanto no Brasil como no Uruguai e Paraguai, segundo Porto. 

O Brasil se destaca neste cenário porque já está na liderança. Os números só confirmam isso. As exportações brasileiras de celulose recuperaram o fôlego em abril, subindo 43,4% em relação a março. O volume de 766 mil toneladas ficou 139,4% acima do registrado no quarto mês de 2008, quando chegou a 320 mil toneladas.

No acumulado do quadrimestre, as vendas externas ficaram 32,2% maiores em 2009 que o resultado obtido em igual período do ano passado, acumulando 2,57 milhões de toneladas, ante as 1,9 milhão de 2009, de acordo com dados da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa).

As vendas estão sendo puxadas principalmente pelo aumento da demanda da China, que sozinha, elevou suas compras em 68,5% nos primeiros quatro meses deste ano em comparação a igual período de 2008, totalizando 332 mil toneladas adquiridas.

Preços em queda
No último ano os preços da madeira atingiram o ponto mais baixo em 25 anos no mercado internacional. No quarto trimestre de 2008, os preços chegaram a US$ 181 por metro cúbico ante US$ 225 registrados no mesmo período do ano anterior. O preço atual é US$ 150 por metro cúbico. Para controlar os estoques do mercado mundial, todos os produtores pararam suas máquinas em 2008 e continuam a fazer isso em 2009, conforme dados da PwC.

A produção canadense de madeira declinou 21% em 2008 em relação ao ano anterior, reagindo à crise. De acordo com o chefe do estudo de desempenho da indústria papeleira da PwC, Craig Campbell, haverá um deslocamento maciço da produção do hemisfério Norte para os países emergentes.

Anna Lúcia França/Gazeta Mercantil.



Escrito por Anna Lucia às 14h23
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E o Brasil continua avançando em celulose.

 

25/05 - 01:30

Exportação de celulose cresce 139% em abril

São Paulo, 25 de Maio de 2009 - A demanda chinesa garantiu alta de 139% nas exportações brasileiras de celulose em abril, na comparação com o volume do mesmo mês de 2008. Em quatro meses, o aumento acumulado é de 32,2%, de acordo com a Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa). "Achamos que a China está se estocando, aproveitando que hoje os preços estão mais baixos que no ano passado", diz a presidente-executiva da entidade, Elizabeth de Carvalhaes.

O crescimento coloca o país asiático em primeiro lugar no ranking dos principais mercados para a celulose brasileira, superando Estados Unidos e União Europeia. Elizabeth informou, entretanto, que alguns fatores, como o maior preço do seguro para as cargas, estão afetando os negócios. "Com a crise e o aumento dos riscos, muitas seguradoras estão deixando de aceitar as cargas de celulose", afirma.

O diretor-executivo de seguros gerais da Mapfre Seguradora, Artur Santos, revela que há quatro meses os roubos de cargas vêm aumentando significativamente e as companhias estão mesmo mais restritivas.

Anna Lucia França



Escrito por Anna Lucia às 15h14
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19/05 - 00:57

Emergentes mudam a geografia da indústria farmacêutica

São Paulo, 19 de Maio de 2009 - Em apenas três anos, a participação dos mercados emergentes no crescimento do setor farmacêutico passou de 16% para 51%. Enquanto isso, um mercado maduro como o norte-americano, que contribuía com 52% do crescimento, despencou para uma participação negativa de 19%. Essa virada, em tão pouco tempo, dos "farmaemergentes" - que incluem China, Brasil, México, Turquia, Índia, Coreia do Sul e Rússia - começa a chamar a atenção do mercado internacional e deve levar a um movimento mais intenso de aquisições na área, segundo levantamento da consultoria internacional IMS Health, divulgado com exclusividade para a Gazeta Mercantil.

"Quem está dentro quer ficar mais forte e quem está fora vai querer entrar", afirma o gerente geral da IMS Health, Raymond Hill. No total, porém, os Estados Unidos ainda respondem por 39% das vendas do mercado farmacêutico, seguidos pela Europa, com 18%; Japão, com 11%, os "farmaemergentes com 12%, Canadá, com 2%, e o restante dividido entre outros países do mundo.

Sozinhos, os norte-americanos movimentarão em 2009 entre US$ 280 bilhões e US$ 290 bilhões e a previsão é decréscimo de 1% a 2%. Os cinco principais mercados da Europa, que movimenta cerca de US$ 140 bilhões, devem crescer entre 2% e 3%, bem como o Japão, com US$ 87 bilhões, com projeção de alta de 4% a 5%. Paralelamente, os "farmaemergentes" devem crescer de 13% a 14%, movimentando algo em torno de US$ 85 bilhões a US$ 95 bilhões, conforme a consultoria. O restante do mundo deve movimentar entre US$ 150 bilhões e US$ 160 bilhões, com expectativa de crescimento entre 5% e 6%. No total, o mercado farmacêutico global movimentará até o final deste ano entre US$ 750 bilhões e US$ 760 bilhões, o que representa um crescimento to entre 2,5% 3,5%.

Segundo Hill, a China despontou no segmento em função dos investimentos de US$ 135 bilhões destinados ao seu sistema de saúde. O ranking geral do IMS em 2003, mostra os chineses em nono lugar, saltando para o quinto, em 2008, e devendo chegar ao terceiro lugar até 2013. "E o Brasil deve avançar, não só com os investimentos, mas também com a regulamentação do mercado", diz o especialista, acrescentando que regras claras são o melhor caminho para proteger o capital e atrair investimentos. No ranking geral, o País permaneceu na décima colocação entre os anos de 2003 e 2008, mas deve assumir o oitavo lugar em 2013, de acordo com o IMS.

Já na lista que leva em conta só os "farmaemergentes", o crescimento estimado entre 2008 e 2013 para a China, isoladamente, fica em torno de 20% a 23%; seguido pela Rússia, com 14% a 17%; Índia e Turquia, com 11% a 14%; Brasil e Coreia do Sul, com 7% a 10%, e, por último, o México (um dos mais afetados pela crise financeira), com 4% a 7%. No total, a média de crescimento do segmento farmacêutico no período deve ficar em torno de 13% a 16%.

Genéricos

"Os números mostram que quem procura dinheiro novo tem de buscar novos mercados", acrescenta o vice presidente comercial do IMS para as Américas, Sydney Clark. Ele diz ainda que os medicamentos genéricos tiveram um papel importantíssimo no sentido de ampliar os mercados nos últimos anos. Isso porque o processo de pesquisa e desenvolvimento é mais longo e a aprovação de novas drogas hoje em dia é muito mais rígida. "O risco do investimento na indústria farmacêutica hoje é muito alto", acrescenta Clark. Atualmente, esta indústria está entre as que mais investem em pesquisa, algo em torno de 15% a 20% do faturamento.

No Brasil, a participação dos genéricos no mercado farmacêutico como um todo, em unidades, encerrou o primeiro trimestre do ano em 17,7%, o que representa alta de 2,1% em relação aos 15,6% verificados em igual período do ano passado. Com isso, pelo segundo trimestre consecutivo, os medicamentos genéricos registraram recorde de vendas, com a comercialização de 71,2 milhões de uni-dades, 19,4% a mais que no mesmo período de 2008, quando atingiu a marca de 59,6 milhões. Em valores, houve alta de 21,7%, para R$ 939 milhões.

O segmento tem se mostrado tão promissor que foi responsável por um dos principais negócios na área até o momento, a compra da brasileira Medley pela francesa Sanofi-Aventis, por R$ 1,5 bilhão. Para a Sanofi, quarto maior grupo farmacêutico do mundo com faturamento global de € 27,5 bilhões, a receita proveniente de mercados emergentes como os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), já responde por aproximadamente € 6,5 bilhões. Neste contexto, o Brasil ganha uma força ainda maior dentro do grupo.

A aquisição garante à Sanofi a liderança no mercado de medicamentos sob prescrição, com R$ 2,27 bilhão em faturamento, passando à frente da Novartis. O laboratório se consolida também na liderança de medicamentos livres de prescrição médicas (os conhecidos OTCs) - que tem como carro-chefe o campeão de vendas em analgésicos, Dorflex. No segmento de genéricos, Sanofi-Medley ultrapassa a EMS com faturamento de R$ 1,32 bilhão. (Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Anna Lucia França)



Escrito por Anna Lucia às 15h37
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Aquisição da Medley diversifica portfólio da Sanofi
 

por Anna Lucia França (Gazeta Mercantil)

07/05/2009
 
A aquisição garante ainda à Sanofi a liderança no mercado de medicamentos sob prescrição, com R$ 2,27 bilhão em faturamento
 

 

Com a aquisição da Medley, líder nacional do mercado de genéricos, a francesa Sanofi-Aventis implanta no Brasil a estratégia global de diversificação do portfólio e estabelece o País como base no segmento de genéricos para toda a América Latina. A empresa, que antes tinha nos medicamentos de referência a maior força, com 82% das vendas , passa agora a contar com uma divisão mais equilibrada, com 43% no segmento de referência, 12% em similares, 4% medicamentos com patentes e 41% em genéricos.

Com a junção das duas empresa, a operação passa a contar com 374 produtos diferentes, um faturamento de R$ 3,2 bilhões e dispara na liderança do mercado farmacêutico brasileiro em valores, com participação de 12%, conforme dados IMS Health.

A aquisição garante ainda à Sanofi a liderança no mercado de medicamentos sob prescrição, com R$ 2,27 bilhão em faturamento, passando à frente da Novartis. O laboratório se consolida também na liderança de medicamentos livres de prescrição médicas (os conhecidos OTCs) - que tem como carro-chefe o campeão de vendas em analgésicos, Dorflex -, superando a Hypermarcas. No segmento de genéricos, Sanofi-Medley ultrapassa a EMS com faturamento de R$ 1,32 bilhão.

"Globalmente já estamos trabalhando dentro dessa estratégia de diversificação, porque não queremos a concentração em um ou dois produtos", afirma o presidente da Sanofi-Aventis Brasil, Heraldo Marchezini. No mundo, a francesa também vem realizando aquisições que lhe conferem boa presença em áreas como vacinas, produtos usados em hospitais e saúde animal.

Recentemente, o grupo adquiriu outras empresas de genéricos como a mexicana Kendrick e a checa Zentiva. Isso porque aposta que o segmento permite uma forma mais ampla para atender mercados emergentes, como a América Latina e o Europa Oriental, segundo o executivo.

Para a Sanofi, quarto maior grupo farmacêutico do mundo com faturamento global de € 27,5 bilhões, a receita proveniente dos mercados emergentes, os chamados Brics (Brasil, Rússia, Índia e China), já responde por aproximadamente € 6,5 bilhões. "Dentro deste cenário, o Brasil é o principal mercado, que fica agora ainda mais forte com a Medley", diz Marchezini, citando o crescimento da ordem de 20% no mercado de genéricos brasileiro.

Marchezini afirma ainda que a Medley continuará atuando de forma independente e que o atual presidente, Jairo Yamamoto, continuará no comando. Porém, se reportará à direção da subsidiária brasileira do grupo francês. "É uma aquisição, não uma fusão. Nosso propósito não é redução de custos, mas sim complementaridade de produtos", explica Marchezini, sem definir, porém, qual será o futuro dos genéricos da própria Sanofi.

As fábricas das duas empresas, que receberam investimentos recentemente, continuarão trabalhando normalmente e paralelamente. A Sanofi já exporta para mais de 11 países e agora, os produtos feitos pela Medley poderão conquistar mais espaço. "Para cada mercado, vamos decidir qual será a marca mais adequada", explica Yamamoto. O importante, segundo ele, é manter a base produtiva no Brasil, uma vez que a regulamentação aqui é mais rigorosa, o que permite colocar produtos brasileiros em outros mercados, "mas nem sempre se pode fazer o contrário".

Em relação ao negócio, mesmo sem abrir completamente as bases do acordo, o presidente da Sanofi afirmou que no valor de R$ 1,5 bilhão da compra da Medley, parte foi direcionado para o pagamento das dívidas da companhia e parte para os acionistas.

Os acordos mantidos pela Medley com outros laboratórios também estão sendo revistos. Conforme previsto em contrato, na mudança de controle, foi cancelado o acerto com a Bayer, que permitia à brasileira revender o Levitra, medicamento de disfunção erétil do laboratório alemão, sob o nome do Vivanza. Segundo Yamamoto, serão mantidos acordos com a Abbott, para sibutramina ou Plenty, Novo Nordisk (Activelle e Estrofem) e Recordat (Zanidip). Entre outras coisas que serão mantidas pela nova dona, está o patrocínio à Stock Car, que por muitos anos levou o nome da Medley para todos os mercados



Escrito por Anna Lucia às 19h50
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Você sabe o que são os remédios biotecnológicos? Sabe que eles estão no centro das atenções das principais indústrias farmacêuticas? Não? Pois então precisa começar a saber, porque isso vai fazer parte da sua saúde no futuro. Fique atento e veja como estas mudanças podem influenciar toda a socidade.

Laboratórios buscam novas receitas com biotecnológicos
 

por Anna Lúcia França (Gazeta Mercantil)

13/03/2009
 
Gigantes do setor apostam suas fichas nessa evolução e já traçam as estratégias para garantir os rendimentos perdidos com os sintéticos
 

 

O fechamento do negócio bilionário entre a suíça Roche e a norte-americana Genentech é um claro indicador da importância que os medicamentos biotecnológicos recebem hoje por parte da indústria farmacêutica. O presidente do Grupo Roche, Franz B. Humer, afirmou que a união das companhias traz vantagens claras para ambas as empresas. No fundo da declaração está a consciência de que o sequenciamento genético e as inúmeras possibilidade oferecidas pela biotecnologia abrem as portas para que os laboratórios encontrem um porto seguro diante das dificuldades vividas com a perda de patentes. Por isso, gigantes do setor apostam suas fichas nessa evolução e já traçam as estratégias para garantir os rendimentos perdidos com os sintéticos.

O que pouco se fala, no entanto, é sobre as diferenças entre um medicamento sintético e um biotecnológico. Enquanto no primeiro os efeitos colaterais incluem desde alergias até um choque anafilático, ainda há poucas referências sobre o segundo. Por lidar com células vivas, um remédio biotecnológico pode causar até uma reação auto-imune. Ou seja, o corpo pode começar a criar defesas e pode se auto-atacar.

Segundo os pesquisadores, as diferenças vem da origem de como se obtém um e outro. Enquanto o remédio sintético é proveniente de uma síntese química, com misturas de componentes - como sal e água em um copo, por exemplo - o biotecnológico tem como base um organismo vivo e todas as variáveis que permite. Sua fabricação possui uma maneira peculiar, fruto do avanço proporcionado pelas pesquisas sobre o sequenciamento do genoma humano, quando foram detectadas as proteínas que atuam na formação dos genes. Portanto, com uma origem mais complexas que as utilizadas na elaboração dos medicamentos sintéticos, os biotecnológicos reduzem a possibiliade do surgimento de genéricos."A complexidade é tamanha que é como comparar uma bicicleta a um avião a jato", afirma a médica e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia, Deborah Crespo. Segundo ela, é uma evolução grande e exige dos países uma organização maior na regulação e controle, em função da responsabilidade com a saúde pública. "As agências reguladoras no mundo inteiro estão estabelecendo regras para garantir um produto seguro."

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) diz que a mudança na indústria é vista com preocupação sim, mas a instituição aposta na eficácia dos testes. Segundo o gerente de pesquisa clínica de medicamentos biotecnológicos e medicamentos novos da Anvisa, Jorge Taveira Samaha, o Brasil já possui testes de imunogenicidade (testes físico-químico e de eficiência, que caracterizam a molécula para saber a diferença entre os compostos, de acordo com a classe do produto). Tudo isso, na etapa pré-estudos clínicos. "Sem isso não há aprovação", diz Samaha.

Mas algumas indústrias dizem que até 2002 não havia regras claras que normatizassem isso, o que permitiu o registro de vários medicamentos sem o controle exato. Daí a existência de similares que preocupam os pesquisadores. Em entrevista recente o gerente do departamento de pesquisa e desenvolvimento e controle de qualidade de produtos biotecnológicos da Roche, Thomas Schreitmuller, afirmou que este tipo de remédio possui uma complexidade intrínseca das proteínas. "Exigem maior cuidado por não ter estabilidade (desnatura, degrada e oxida)". É exatamente por isso que surge a dificuldade da realização de cópias idênticas. Segundo Schreitmuller, estudos da Federação Latino-Americana da Indústria Farmacêutica (Fifarma) mostram que na América Latina cerca de 182 registros sanitários foram obtidos por produtos similares, sem que houvesse os testes para biosimilares.

Mas a Anvisa afirma que tem o controle, inclusive das fábricas que, na maioria, estão fora do País, que passam por uma inspeção rigorosa feita por uma equipe de especialistas da própria Anvisa. Mesmo assim, alguns pesquisadores se preocupam com os critérios, segundo contam há algum tempo a agência teve problemas com a licitação de Heparina (substância que impede a coagulação do sangue em operações). Segundo os especialistas não se levou em consideração que alguns fornecedores obtinham a substância do porco e outras do boi. Depois que a do boi ganhou, percebeu-se que havia diferenças entre os dois produtos, uma vez que a de porco é melhor aceita pelo corpo humano.

Em outro caso conhecido, um medicamento indicado para aumentar o número de glóbulos brancos em pacientes debilitados teve problema sério por causa de uma pequena mudança. A substância principal, de origem animal (obtida de bois), foi trocada por uma de origem vegetal em função do aumento dos casos da doença da vaca louca na Europa. Porém, o fabricante não refez os testes clínicos depois da troca e, por isso, não conseguiu detectar uma reação da nova substância com a tampa plástica. O fato é que o remédio, ao invés de aumentar os glóbulos brancos, fazia o contrário. Outro risco desconhecido é a troca de medicamentos quando o paciente não se adapta. No caso de biotecnológicos é mais complicada e pode causar reações inesperadas.

Por isso, europeus e norte-americanos acompanham de perto as evoluções e cresce em todo o mundo o conceito de farmacolovigilância, para que se crie um banco de dados mundial com os efeitos notificados por médicos e pacientes.

Mesmo assim, é uma evolução importante, segundo o reumatologista Ricardo Golmia. "E exige maiores cuidados para se introduzir um paciente neste tipo de tratamento, mas há casos em que é preciso para melhorar a qualidade de vida." É exatamente por isso que os biotecnológicos desenvolvidos hoje estão concentrados nas áreas de doenças crônicas ou que envolvem risco de morte para o paciente, como câncer. 


 



Escrito por Anna Lucia às 12h26
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Ninguém pode perder o show de Susan Boyle, uma desempregada de 47 anos, que mostrou que nem idade nem estampa definem o talento de uma pessoa.

Confiram http://www.youtube.com/watch?v=j15caPf1FRk 



Escrito por Anna Lucia às 09h07
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Esse texto é para quem pensa que internet é perda de tempo.

TECNOLOGIA: Quem gasta tempo na web é mais produtivo

SÃO PAULO, 16 de abril de 2009 - As empresas que costumam bloquear o acesso a sites da internet para seus funcionários podem estar dando um 'tiro no pé'. Um estudo da Universidade de Melbourne, na Austrália, sugere que funcionários que passam algum tempo surfando na web têm maior produtividade que aqueles que não passam. 'As pessoas que usam a internet por diversão no trabalho, dentro de um 'limite responsável' de até 20% de seu tempo no escritório, são cerca de 9% mais produtivas que aquelas que não o fazem', diz o professor Brent Coker, do departamento de Administração e Marketing da universidade.

A tese do professor é que as pessoas que se dão uma espécie de 'recompensa' ao terminar uma tarefa, como dar uma espiadinha em blogs ou sites de relacionamento, conseguem 'reorganizar' suas mentes. E, ao fazer isso, estarão mais concentradas para a próxima tarefa. 'Se não nos damos a chance de fazer uma pausa entre essas atividades, nossa concentração desliza', diz Coker. A ressalva fica por conta das pessoas consideradas 'viciadas' na rede mundial de computadores - para elas, quanto mais internet, menos produtividade.

'A minha opinião é que 9% a mais de produtividade é muito pouco para até 20% do tempo de trabalho gasto na internet', discorda Christian Barbosa, diretor da Triad Consulting, empresa especializada em gestão do tempo e produtividade, e autor do livro A Tríade do Tempo.

Ele diz que já procurou o professor Coker para saber mais detalhes sobre o estudo, especialmente porque esta seria uma das primeiras pesquisas a apontar que as pessoas se tornam mais produtivas ao 'perder tempo' na internet. 'Há uma pesquisa do MIT [o Massachusetts Institute of Technology, nos EUA] que está para ser publicada e que mostra justamente o contrário', conta Barbosa. 'A internet é um meio sorrateiro para nos fazer perder a atenção, porque há muita interatividade.' E pedir para os funcionários terem autocontrole, diz ele, é como pedir 'para uma criança se controlar numa loja de doces.' (Gazeta Mercantil)



Escrito por Anna Lucia às 09h03
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Faz tempo que não escrevo. Mas uma mensagem de um AMIGO me fez voltar... Vejam vocês

"Escolho meus amigos não pela pele, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito, nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Quero que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
Não quero só ombro ou colo, quero sua maior alegria.
Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis nem choros piedosos.
Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto e velhos, para que nunca tenham pressa..."
(OSCAR WILDE)


Escrito por Anna Lucia às 15h14
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